Entrego a morte ao diabo
Ele mesmo que foi inventado
Que cuide da criação da mente material.
Pratos rasos superfícies
Não cabem tamanha deturpação
Do maldito imaginário
De quase toda a população.
Tudo é mente
Não invente!
Ninguém morre
Vai pra Casa.
Se os micróbios se aprazem com carne podre
Não serei eu a matar fome dos mais tolos.
Já me canso de tentar dizer,
Não há mais pranto, é só prazer.
Esqueçam o risco do já perdido
Distorçam o bronze em prol dos brincos
E façam mel da água podre.
Não há sentido sofrer, bendito
São só apegos, desilusão
Costure a pele, siga erguido
Não há quem jaz, sofreguidão.

Felipe Abras

 

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Saudações