Talvez a saída seja a fé
Seja no santo seja no rapé
Não consigo ver tanta diferença
Seja qual for a crença.
Símbolos vagantes
Destoantes
Tudo que dizem é o mesmo
Se se anula a diferença
Permanece quiçá a tal crença.
Para uns Shiva
Para outros Jesus,
Para alguns Maomé
Para mim meu próprio pé.
Para que diferenciar
Se o que importa é o amor que há?
Uns se prendem na história
Outros vagam a memória,
Eu prefiro descansar
Já me cansei de inventar
Fórmulas para saber amar.
Parece que meu ideal é integrar
Desaprendi a separar,
Agora quero dividir
Seja meu pranto ou meu sorrir.
A Terra chama
Grita na mente
no coração, a gente sente
E reverbera a cada momento
Sua vontade do simples Ser
Nos braços da mãe que clama
A urgência de se deitar na própria cama
Para iluminar nosso viver.

Felipe Abras

 

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Saudações